
Tudo mundo sabe que os australianos são roots. O filmes australianos são todos rústicos. Até quando fazem filmes sobre o proust e o tempo perdido tem poeira na xícara de chá q a madaleine vai ser mergulhada.
Este é um filme de terror psicológico australiano. Posto isso, o aspecto psicologico do terror deste filme, também é cheio de poeira e cangurus.
É um bom filme na linha O Inquilino do Roman Polanski. Aquele filme que tem um terror que a gente nunca sabe se tá só dentro da cabeça dos personagens ou se também sai pra fora e se materializa na forma do mal mesmo. Mas, pensando bem, que mal do mundo, visto por uma leitura psicanalítica, não sai da boca do homem?
Mulher fudida e cansada tem um filho Pen Taylor problemático talvez autista sei lá mil coisas um chato resumindo que consome o existir cotidiano dela. Também, carái, o marido morreu quando ele nasceu. Isso já dá um pobrema sério nesta mãe/filho.
Não bastasse isso, aparece um livro infantil Babadook na casa dela que o muleque quer que ela leia pra ele e que é bem de meeeeda.
O resto vcs assistem lá para saber do q se trata, ou nao saber, já que, mesmo com a poeira roots australiana, continua sendo um filme de terror psicológico. E, como vcs bem sabem, terrores psicológicos primam-se por serem psicológicos. Ou seja, tudo pode ter acontecido dentro de(les) nós. Só fica uma dica, a moça, antes de cair no abismo do cansaço depressivo cuidador do menino com problemas escrevia histórias infantis. Munido desta informacao, vai lá e curte!
Se eu sesse psicanalista eu escrevia uma tese de mestrado com este filme.
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