Bright Night


Filme alemão. Casal hetero encontra-se com casal masculino gay e um deles foi casado(?) com a moça do casal hetero, em uma casa no campo que estava fechada, que eu nao prestei atenção direito se a moça ta vendendo ou tomando posse. Juntos, vão passar uns dias lá e o passado em comum deles vai vir a tona. Especie assim de Declínio do Império Americano, só que um declininho só, tipo assim, não império todo, uma cidade, quem sabe.
O mais legal é que quando você pensa que você entendeu do que se trata o filme, ele vai prum lado que você não esperava.
Mas continua sendo um declininho do império americano misturado com lucia e o sexo, sem sexo e aquele que eu não entendi nada, o homem duplo.
Esse filme, o bright night, me intrigou pq eu não consigo fechar o ciclo. Ou melhor, eu consigo fechar o ciclo da história mas ela não fecha no ponto e nem toma a trajetória prevista na possibilidade de um círculo para fechar. É como se o caminho se bifurcasse e a personagem-elétron tomasse a decisão quântica de escolher os dois caminhos ao mesmo tempo.
Ok, gente. É meio complicado falar o que eu quero falar aqui sem espoliar o filme. Gosta de experiências alternativas e interessantes que, apesar de serem alternativas, mexem mais com a narrativa do que com aspectos formais do cinema? Então fião, se joga! Não é que eu tenha entendido tudo na sequencia de acontecimentos, mas o fato do filme ter tomado caminhos e atalhos e buracos de minhoca que eu não esperava já me animaram bastante. Bright night, natchtelle, noite clara. Porque é sob o luar nas noites claras que conseguimos ver o que está além da luz clara e racional do dia.

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